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Método Cadrena

Como funciona a avaliação pós-operatória da Cadrena

Método Cadrena · 10 min de leitura
Avaliação pós-operatória Cadrena com profissional de jaleco e paciente usando cinta em consultório

A avaliação é o ponto de partida de tudo no Método Cadrena. Antes de indicar sessões, aparelhos, frequência ou qualquer conduta, é preciso entender o que está acontecendo com o corpo de cada paciente naquele momento específico.

Por que avaliar antes de tratar?

Cada paciente chega com uma história diferente: tempo de cirurgia, tipo de procedimento, presença de líquido, edema, fibrose, aderência, sensibilidade, uso da cinta e fase do tecido. Tratar sem avaliar é aplicar um protocolo genérico que pode não fazer sentido para aquele corpo.

Foto e análise visual

A análise visual ajuda a observar assimetrias, marcas de cinta, inchaço, irregularidades e pontos de atenção. É uma ferramenta importante, mas nunca substitui a palpação e a leitura técnica do tecido.

Palpação e leitura do tecido

Através do toque técnico, é possível identificar: áreas de líquido acumulado, edema, fibrose, aderências, placas, mobilidade da pele, sensibilidade alterada e temperatura. Essa leitura guia a conduta.

Identificação da fase (Fase 1, 2, 3 e pós tardio)

A fase é definida por tempo, tecido e queixas. A mesma conduta não serve para uma paciente com 5 dias e outra com 3 meses de cirurgia. A fase orienta a frequência, a técnica e os objetivos.

Está em dúvida se o seu corpo está drenando bem?

Agende uma avaliação e entenda em qual fase do pós-operatório você está.

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Avaliação do uso da cinta

A cinta é analisada quanto ao ajuste, marcas, dobras, pressão e conforto. Uma cinta mal ajustada pode interferir na drenagem, na percepção do tecido e na evolução da paciente.

Definição do plano

Após a avaliação, a paciente recebe uma proposta com: fase atual, objetivos do tratamento, frequência indicada, técnicas que serão usadas, tecnologias quando indicadas, orientações para casa e reavaliação programada.

O que a paciente recebe ao final da avaliação

  • Clareza sobre a fase do pós-operatório
  • Explicação do que foi encontrado na leitura do tecido
  • Indicação do plano mais adequado
  • Orientações práticas
  • Próximos passos

Convencional x Avaliação Cadrena

Avaliação Convencional

  • Avaliação rápida ou ausente
  • Não identifica fase do pós-operatório
  • Foco apenas na queixa verbal
  • Não relaciona queixas entre si
  • Plano genérico

Avaliação Cadrena

  • Avaliação detalhada do tecido
  • Identifica fase com base em múltiplos sinais
  • Foto, palpação, cinta e história
  • Relaciona líquido, fibrose, cinta e fase
  • Plano individualizado com objetivos

A palpação é técnica e respeitosa. Algumas regiões podem ser sensíveis, especialmente se houver edema ou fibrose, mas a conduta é ajustada conforme a resposta da paciente.

O tempo pode variar, mas geralmente é suficiente para ouvir a paciente, analisar fotos, palpar o tecido e explicar o plano.

Recomenda-se trazer informações sobre a cirurgia, tempo de pós-operatório, cinta utilizada e principais queixas. Fotos também podem ajudar.

Não. A avaliação é complementar. Sinais médicos devem ser comunicados ao cirurgião responsável.

A maioria das pacientes se beneficia de um plano sequencial, mas a indicação é feita de forma individualizada após a avaliação.

A avaliação define o melhor caminho. Quando há indicação de plano, a sequência costuma ser mais efetiva do que sessões avulsas.

Seu pós-operatório precisa de direção, não de tentativa.

Na avaliação Cadrena, analisamos líquido, edema, fibrose, aderências, sensibilidade, uso da cinta e fase do tecido para indicar o cuidado mais adequado para o seu momento.

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Este conteúdo é informativo e não substitui orientação médica ou avaliação presencial. Cada corpo responde de forma individual.

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