Como funciona a avaliação pós-operatória da Cadrena

A avaliação é o ponto de partida de tudo no Método Cadrena. Antes de indicar sessões, aparelhos, frequência ou qualquer conduta, é preciso entender o que está acontecendo com o corpo de cada paciente naquele momento específico.
Por que avaliar antes de tratar?
Cada paciente chega com uma história diferente: tempo de cirurgia, tipo de procedimento, presença de líquido, edema, fibrose, aderência, sensibilidade, uso da cinta e fase do tecido. Tratar sem avaliar é aplicar um protocolo genérico que pode não fazer sentido para aquele corpo.
Foto e análise visual
A análise visual ajuda a observar assimetrias, marcas de cinta, inchaço, irregularidades e pontos de atenção. É uma ferramenta importante, mas nunca substitui a palpação e a leitura técnica do tecido.
Palpação e leitura do tecido
Através do toque técnico, é possível identificar: áreas de líquido acumulado, edema, fibrose, aderências, placas, mobilidade da pele, sensibilidade alterada e temperatura. Essa leitura guia a conduta.
Identificação da fase (Fase 1, 2, 3 e pós tardio)
A fase é definida por tempo, tecido e queixas. A mesma conduta não serve para uma paciente com 5 dias e outra com 3 meses de cirurgia. A fase orienta a frequência, a técnica e os objetivos.
Está em dúvida se o seu corpo está drenando bem?
Agende uma avaliação e entenda em qual fase do pós-operatório você está.
AGENDAR AVALIAÇÃOAvaliação do uso da cinta
A cinta é analisada quanto ao ajuste, marcas, dobras, pressão e conforto. Uma cinta mal ajustada pode interferir na drenagem, na percepção do tecido e na evolução da paciente.
Definição do plano
Após a avaliação, a paciente recebe uma proposta com: fase atual, objetivos do tratamento, frequência indicada, técnicas que serão usadas, tecnologias quando indicadas, orientações para casa e reavaliação programada.
O que a paciente recebe ao final da avaliação
- Clareza sobre a fase do pós-operatório
- Explicação do que foi encontrado na leitura do tecido
- Indicação do plano mais adequado
- Orientações práticas
- Próximos passos
Convencional x Avaliação Cadrena
Avaliação Convencional
- Avaliação rápida ou ausente
- Não identifica fase do pós-operatório
- Foco apenas na queixa verbal
- Não relaciona queixas entre si
- Plano genérico
Avaliação Cadrena
- Avaliação detalhada do tecido
- Identifica fase com base em múltiplos sinais
- Foto, palpação, cinta e história
- Relaciona líquido, fibrose, cinta e fase
- Plano individualizado com objetivos
A palpação é técnica e respeitosa. Algumas regiões podem ser sensíveis, especialmente se houver edema ou fibrose, mas a conduta é ajustada conforme a resposta da paciente.
O tempo pode variar, mas geralmente é suficiente para ouvir a paciente, analisar fotos, palpar o tecido e explicar o plano.
Recomenda-se trazer informações sobre a cirurgia, tempo de pós-operatório, cinta utilizada e principais queixas. Fotos também podem ajudar.
Não. A avaliação é complementar. Sinais médicos devem ser comunicados ao cirurgião responsável.
A maioria das pacientes se beneficia de um plano sequencial, mas a indicação é feita de forma individualizada após a avaliação.
A avaliação define o melhor caminho. Quando há indicação de plano, a sequência costuma ser mais efetiva do que sessões avulsas.
Seu pós-operatório precisa de direção, não de tentativa.
Na avaliação Cadrena, analisamos líquido, edema, fibrose, aderências, sensibilidade, uso da cinta e fase do tecido para indicar o cuidado mais adequado para o seu momento.
AGENDAR AVALIAÇÃOEste conteúdo é informativo e não substitui orientação médica ou avaliação presencial. Cada corpo responde de forma individual.
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